Home Office e teletrabalho: sinônimos?

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As promessas de que o avanço tecnológico dariam forma para a liberdade das pessoas ocuparem o tempo livre com aquilo que lhes interessa não passou de um sonho. A realidade do home office/teletrabalho demonstra um incremento do volume de trabalho. Cada vez mais as demandas que antes estavam limitadas a esfera de ambiente e tempo do escritório avançam sobre os tempos de descanso e lazer. Se não há mais o tempo de deslocamento, há conexão imediata com reuniões que se amontam no dia. A estafa mental ocupa o tempo livre nas conversas e interações com amigos e colegas.

De toda sorte, antes de entender as mazelas do trabalho em casa, cabe buscar a definição de teletrabalho e home office.

A doutrina convenciona que o teletrabalho é aquele realizado de forma permanente desde o ajuste contratual inicial para o exercício de forma remota, distante da sede física da empresa e, o home office, como um modelo intermitente de trabalho realizado inicialmente de forma presencial e, em determinados momentos, em casa. Ambos devem ser claramente ajustados com o empregado, inclusive com a previsão de responsabilidade para o pagamento das despesas com os equipamentos necessários. Nos dois modelos as questões de ergonomia devem ser observadas pelo empregador que permanece com a responsabilidade pelos danos à saúde do seu empregado.

Em que pesem os valores de integração e liberdade que as propostas do trabalho remoto possam oferecer, a realidade para muitos, especialmente mulheres e mães, que o trabalho ainda precisa ser realizado num ambiente e tempos próprios. A saúde mental e física devem ser a tônica de todo e qualquer ajuste para um trabalho saudável.

Fonte: Jornal do Comércio

Link: bit.ly/3gm4kVr

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