Petróleo fecha em forte alta, com melhora generalizada nos mercados globais.

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Os contratos futuros de petróleo fecharam com robustos ganhos nesta quarta-feira (9) recuperando parte das fortes perdas registradas nos últimos dias. Relatos de que o Banco Central Europeu (BCE) deve apresentar perspectivas positivas para o horizonte econômico e sinalizações de possível retorno das negociações por estímulos fiscais nos Estados Unidos também alimentaram o apetite por risco e impulsionaram as commodities.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do petróleo com entrega prevista para outubro encerrou em alta de 3,51%, a US$ US$ 38,05. Já o do Brent para novembro avançou 2,54%, a US$ 40,79.

As cotações acompanharam a melhora generalizada dos mercados globais internacionais, na esteira do avanço das bolsas de Nova York, que voltaram a subir depois de vários pregões marcados pela liquidação das ações de tecnologia.

Em Washington, democratas e republicanos voltam a falar sobre possíveis negociações por uma nova rodada de estímulos fiscais. Em entrevista à CNN, o líder da oposição no Senado, Chuck Schumer, afirmou que há uma “boa chance” de que o Congresso aprove uma legislação para atenuar os efeitos da crise do coronavírus. O secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, por outro lado, disse não saber o que irá acontecer. “Espero haja (acordo). É importante para muita gente”, destacou.

Do outro lado do Atlântico, segundo a Bloomberg, o BCE apresentará um quadro econômico favorável para os próximos meses nas previsões que serão divulgadas na quinta, após reunião de política monetária, em que deve manter juros inalterados, conforme destaca reportagem publicada nesta quarta pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

As notícias ajudaram a pausar o movimento de queda do petróleo nos últimos dias. Para o Commerzbank, a fraqueza da commodity pode pressionar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) a agir. “Há um crescente ceticismo no mercado de petróleo quanto à continuidade da recuperação da demanda nos próximos meses”, explica.

Nesta quarta, a Administração de Informação de Energia (EIA, na sigla em inglês) do Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) dos Estados Unidos cortou sua projeção de avanço da demanda global por petróleo em 2021 em 500 mil barris por dia (bpd), para 6,5 milhões de bpd.

Fonte: Agência Estado

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